Edição 25 | Quarta-feira, 04 de agosto de 2008


[notícias]
Pesquisa em dança ganha associação
Confira a programação da II Semana de Cênicas da UFPE
VI Festival Estudantil de Teatro e Dança
Gil cita 'Refazenda' para definir sua gestão. Após terceira tentativa de demissão, Lula aceitou
Sai Gil, entra Juca Ferreira
Cia. Etc. divulga textos dos pesquisadores e orientadores da pesquisa Pele e Ossos
Noite de autógrafos com Christianne Galdino
 
[editais]
Programa Cultural Votorantim tem inscrições abertas – até 8 de agosto
Prêmio Culturas Populares - até 30 de agosto
Caixa Cultural - até 5 de setembro
Concurso de Monografias Prêmio Fundação Casa de Rui Barbosa 2008 - até 30 de setembro
Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural - até março de 2009
 
[cursos]
Espaço Experimental integrando as artes
 
[cartas]
Airton Tenório
 
[agenda da semana]
Domingo, 10 de agosto | Projeto Cena Movimento | Mostra Audiovisual: Paisagens da Dança Contemporânea
Segunda, 11 de agosto | Projeto Cena Movimento | Mostra Audiovisual: Paisagens da Dança Contemporânea
Terça, 12 de agosto | Projeto Cena Movimento | Mostra Audiovisual: Paisagens da Dança Contemporânea
Terça, 12 de agosto | Noite de autógrafos do livro Balé Popular do Recife: a escrita de uma dança
Quarta, 13 de agosto | Projeto Cena Movimento | Mostra Audiovisual: Paisagens da Dança Contemporânea

[notícias] Pesquisa em dança ganha associação
 
Professores, pesquisadores e artistas de dança fundaram a Associação Nacional de Pesquisadores em Dança - ANDA, depois de reunião na Universidade Federal da Bahia (UFBA), no começo de julho. Na ocasião foi apresentado o primeiro Catálogo Nacional de Pesquisa em Dança, contendo 180 resumos de trabalhos de pesquisadores brasileiros, incluindo as pernambucanas Christianne Galdino, Roberta Ramos e Valéria Vicente. A ANDA tem 163 integrantes.
[índice]

[notícias] Confira a programação da II Semana de Cênicas da UFPE
FONTE: Comissão da II Semana de Cênicas
 
PROGRAMAÇÃO:
 
 A IISC terá na programação: 09 oficinas, 03 palestras e 01 debate, apresentações de esquetes ao meio-dia no CAC, e espetáculos à noite, a partir de terça 26/08, no Teatro Joaquim Cardozo – Centro Cultural Benfica.
 
SEXTA 22 DE AGOSTO – ABERTURA DA II SEMANA DE CÊNICAS:
12H - HOMENAGEM AO PROFESSOR PAULO TARCÍSIO ANDRETTI MICHELOTTO.
13H – ABERTURA DA EXPOSIÇÃO NA GALERIA CAPIBARIBE – CAC.
14H - ESPETÁCULO BERCEUSE.
15H - RODA DE IMPROVIZZO E SHIMINAWA.
 
SEGUNDA 25 DE AGOSTO:
09 ÀS 12H – OFICINA DE DANÇA E CORPO I.
09 ÀS 12H – OFICINA DE CIRCO: MALABARES E TECIDO.
12 ÀS 14H – APRESENTAÇÕES DE ESQUETES E PERFORMANCES.
14 ÀS 17H – PALESTRA: TEATRO DO OPRIMIDO – GRUPO PRESSÃO NO JUÍZO.
 
TERÇA 26 DE AGOSTO:
09 ÀS 12H – OFICINA DE TEATRO E CIRCO I.
09 ÀS 12H – OFICINA DE CANTO E INTERPRETAÇÃO I.
12 ÀS 14H – APRESENTAÇÕES DE ESQUETES E PERFORMANCES.
14 ÀS 17H – PALESTRA: EXERCÍCIOS DE ADIMIRAÇÃO COM PAULO MICHELOTTO.
14 ÀS 17H – OFICINA DE TEATRO PARA CRIANÇAS I.
19 às 22H – ESPETÁCULO NO TEATRO JOAQUIM CARDOZO – CENTRO CULTURAL BENFICA.
 
QUARTA 27 DE AGOSTO:
09 ÀS 12H – OFICINA DE CONFECÇÃO DE BONECOS I.
09 ÀS 12H – OFICINA DE DANÇA E CORPO II.
09 ÀS 12H – OFICINA DE IMPROVIZZO.
12 ÀS 14H – APRESENTAÇÕES DE ESQUETES E PERFORMANCES.
14 ÀS 17H – DEBATE MERCADO DE TRABALHO EM ARTES CÊNICAS.
14 ÀS 17H – OFICINA DE TEATRO PARA CRIANÇAS II.
19 ÀS 22H – ESPETÁCULO NO TEATRO JOAQUIM CARDOZO – CENTRO CULTURAL BENFICA.
 
QUINTA 28 DE AGOSTO:
09 ÀS 12H – OFICINA DE CONFECÇÃO DE BONECOS II.
09 ÀS 12H – OFICINA DE CANTO E INTERPRETAÇÃO II.
09 ÀS 12H – OFICINA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA.
12 ÀS 14H – PALESTRA: TEATRO EXPERIMENTAL COM MAKARIOS B. MAIA
19 ÀS 22H – ESPETÁCULO NO TEATRO JOAQUIM CARDOZO – CENTRO CULTURAL BENFICA.
 
SEXTA 29 DE AGOSTO – ENCERRAMENTO DA II SEMANA DE CÊNICAS:
09 ÀS 12H – OFICINA DE TEATRO E CIRCO II.
09 ÀS 12H – OFICINA DE ILUMINAÇÃO ALTERNATIVA.
15 Às 16H – APRESENTAÇÃO DAS TRÊS MELHORES ESQUETES DA SEMANA.
18 Às 19H – ESPETÁCULO OPHELIA NO TEATRO JOAQUIM CARDOZO.
20 ÀS 22H – ESPETÁCULO-PERFORMANCE ADEGA VAZIA NO ESTACIONAMENTO DO CENTRO CULTURAL BENFICA.
 
Sinopses da Programação
 
OFICINAS:
 
Oficina de Confecção de Bonecos
Oficina prática em confecção de boneco de luva em papel machê, onde desenvolveremos o trabalho de moldagem e modelagem do boneco com a utilização de materiais recicláveis como: o jornal e materiais diversos.
 
Oficineiro: Altino Francisco
Vagas: 20
Faixa etária: a partir dos 18 anos
Dias: 27 e 28/08
Horário: 09 às 12H
Local: Ateliêr ou Camarim – CAC
 
Oficina de Dança e Corpo
Objetivo: Proporcionar ao participante um contato prático, visando a sistematização de princípios de abordagens técnicas de dança contemporânea, danças populares (danças brasileiras), e praticas de expressão corporal.
 
Oficineiro: Companhia Cia. de Danças
Vagas: 20
Faixa etária: a partir dos 18 anos
Dias: 25 e 27/08
Horario: 09 às 12H
Local: Sala de Dança – CAC
 
Oficina de Canto e Interpretação
Tem como objetivo apresentar noções básicas do aparelho respiratório e fonador juntamente com sua utilização prática  para a arte do canto, abrangendo também exercícios vocais e interpretações para músicas populares e eruditas. A oficina está direcionada a maiores de 18 anos com ou sem experiência musical.
 
Objetivo: Proporcionar aos participantes conhecimentos básicos de técnica vocal e interpretação.
Oficineiro: Josuel André
Vagas: 25
Faixa etária: a partir de 18 anos
Dias: 26 e 28/08
Horário: 09 às 12H
Local: Sala de Dança – CAC
Requisitos: 1-Os participantes deverão estar com roupas que lhes dêem certo conforto e liberdade de movimento.

OBS: Talvez, devido à demanda, haja um teste vocacional.
 
Oficinas de Circo - Malabares e Tecidos
Tema: Vivência nas artes circenses
Objetivo: Oportunizar ao público em geral o contato inicial com o aprendizado na arte circense propiciando a descoberta individual de potencialidades criativas, imaginativas e artísticas.
 
Oficineiro: Escola Pernambucana de Circo
Vagas: 25 por oficina
Faixa etária: a partir dos 16 anos
Dia: 25/08
Horário: 09 às 12H
Local: espaços abertos do CAC e Teatro Milton Bacarelli – CAC
 
Oficina de Educação Inclusiva
Discutir sobre a Educação Inclusiva e a sua relação com a Arte, desvelando as possibilidades existentes nesse segmento da educação, através de formas amplas de educação para TODOS. Fomentando o debate sobre a inclusão, bem como conhecer algumas experiências desenvolvidas em grupos inclusivos.
 
Oficineiro: Geiza Brasil
Vagas: 25
Dia: 28/08
Horário: 09 às 12H
Local: Audiovisual 2 – CAC
Requisito: Pessoas interessadas em atuar em Arte, em Educação Inclusiva, Estudantes, Educadores e Público em Geral.
 
Oficina de Iluminação Alternativa
A partir da História da Iluminação e de recursos práticos e acessíveis, o workshop busca mostrar possibilidades de soluções iluminotécnicas criativas e funcionais. De caráter teórico-prático, o conteúdo abordado contempla as mais primitivas utilizações da luz estética até simples tecnologias de construção e adaptação de pequenos aparelhos como leds, lanternas e projetores.
 
Oficineiro: Eron Villar
Vagas: 20
Dia: 29/08
Horário: 09 às 12H
Local: Centro Cultural Benfica
 
Oficina de Improvizzo
A oficina se dará formando as 3 partes do ator que lhe permitem improvisar, criar, escrever dramaturgia, se dirigir etc:
 
1- preparando seu corpo com o Método de Pollyanna de Sá Monteiro, no entrecruzamento da fisioterapia com o balé clássico, o contemporâneo, a capoeira e o hip-hop.
2- preparando sua performance em cena através de um tríplice design:
2.1 design textual: da estrutura narrativa no modelo aristotélico/ e no da moderna literatura e linguística (da estrutura atancial de Greimas/criação de texto falado, sonoro,mimado etc);
2.2 design de cena: da estrutura cênico-espacial e os topoi de sua mobília;
2.3 design político: da estrutura histórica que nos precedeu e a que hoje podemos construir;
3- preparando sua cabeça como uma estrutura cínica-espacial ou também dita "ideológica".
 
Oficineiro: DIG - Paulo Michelotto
Vagas: 30
Dia: 27/08
Horário: 09 às 12H
Local: Teatro Milton Bacarelli e Espaços alternativos do CAC
 
Oficina de Teatro para Crianças
Vivenciar com a turma, através de jogos teatrais, os elementos que compõem uma encenação: corpo e voz do ator, texto/roteiro, cenário/objetos de cena, figurino, maquiagem, iluminação e sonoplastia. A cada encontro vão se somando as experiências com cada elemento, para ao final culminar com um exercício de apresentação de uma encenação teatral.
 
Oficineiro: Ana Elizabeth Japiá
Vagas: 20 por turma
Faixa etária: 10 a 14 anos
Dias: 26 e 27/08
Horário turma 1 - 14 às 15:30H
Horário turma 2 - 15:30 às 17H
Local: Teatro Milton Bacarelli
 
Oficina de Teatro e Circo
Eixo temático: Sensibilização à linguagem circense e à Antropologia Teatral.
Objetivo geral: Iniciar o contato e desenvolvimento de habilidades circenses para a atividade cênica.
Aula I: O corpo e o solo. Reconhecer o corpo como elemento leve e a sua relação com o solo. Desenvolver o potencial de expressividade corporal a partir de movimentos, explorando principalmente o nível baixo (chão).
Aula II: O corpo e os Aparelhos Circenses. Trabalhar a força da expressão física / muscular. Desenvolver o potencial de expressividade corporal. Percepção e utilização do peso corporal como elemento expressivo.
 
Oficineiro: Viviane Souto Maior
Vagas: 25
Dias: 26 e 29/08
Horário: 09 às 12H
Local: 1º aula no Teatro Milton Bacarelli – CAC e 2º no Centro Cultural Benfica
 
PALESTRAS E DEBATE:
 
Palestra: Teatro do Oprimido
Palestra sobre o método Boal e sua particularidades, destina-se a estudar, divulgar, e realizar ações e reflexões acerca da prática do Teatro do Oprimido na nossa região. Um dos nossos pilares fundamentais é a produção de conhecimento. Refletir sobre a própria ação é a maneira mais segura de avançar no tempo melhorando cada vez mais. Em maio de 2008 comemoraremos, com muito orgulho, 10 anos de atuação em Recife e em toda região nordeste. Podendo haver uma videoconferência com Augusto Boal, ainda a ser confirmada.
 
Palestrante: Grupo Pressão no Juízo
Dia: 25/08
Horário: 14 às 17H
Local: Mini-auditório - CAC

Palestra: Exercícios de admiração
Julgo que o melhor que posso palestrar é sobre meu trabalho. Meu trabalho há anos vem se pautando pelo teatro experimental/ e teatro de improviso. Como toda minha vida MEU trabalho nunca foi meu, mas de uma enormidade de pessoas que trabalharam comigo, eu achei justo TER QUE FALAR SOBRE ELES, ao tentar falar sobre esses dois temas, que circunstanciam a pós-modernidade teatral: o Teatro Experimental & o Teatro de Improviso , breve o TE e o TI.
 
Palestrante: Paulo Michelotto
Dia: 26/08
Horário: 14 às 17H
Local: Teatro Milton Bacarelli - CAC

Debate: Mercado de trabalho em Artes Cênicas
O debate é composto por alguns profissionais de várias áreas do teatro, enraizando a docência e/ou artística. Nesta parte da programação, os debatedores exemplificam em suas falas, estas pontuadas por um(a) mediador(a), as experiências, as expectativas, frustrações, projeções de sua carreira profissional após o curso superior.
 
Debatedores: Profissionais formados pelos cursos de licenciatura e bacharelado de diversas instituições.

Dia: 27/08
Horário: 14 às 17H
Local: Mini-auditório - CAC
 
Palestra: Teatro experimental – LAC UFPB
Com doutorado em artes cênicas pela UFBA, e recentemente, doutorado pela Universidade Paris-Sorbone (França). O palestrante, grande amigo do homenageado, discursará acerca do teatro experimental da UFPB, onde aconteceu o LAC - laboratório de artes cênicas, apresentando as raízes do sucesso registrado por lá, como foi a participação de Michelotto no projeto, tenha sido para se manter um hábito de movimento artístico-acadêmico ou para propagar a idéia, promovendo uma reflexão para reativar alguns LACs ou surgimento de outros.
 
Palestrante: Makarios Barbosa Maia
Dia: 28/08
Horário: 14 às 17H
Local: Mini-auditório - CAC
[índice]

[notícias] VI Festival Estudantil de Teatro e Dança
FONTE: Agenda Cultural | www.recife.pe.gov.br/agendacultural
 
O evento de caráter competitivo reúne grupos ligados à escolas públicas e privadas, universidades e cursos de teatro e dança em todo o Estado. Levando os iniciantes em artes cênicas para além dos pátios dos colégios, para que novos talentos sejam descobertos. São espetáculos adultos e infanto-juvenis e coreografias de até dez minutos nos estilos neoclássico, popular, afro, jazz, dança de rua, dança moderna e dança contemporânea.

TEATRO

14
O Bolero de Raquel II
Criação coletiva. Roteiro e direção: José Mário Austregésilo (Programa Passagem Para a Vida da ONG Casa de Passagem)
18h
Nada de Novo no Front
Adaptação do texto “Pic Nic no Front”, de Fernando Arrabal. Adaptação e direção: Aracelly Silva (Grupo Temporis, Programa Círculos Populares de Esporte e Lazer e Ginásio de Esportes Geraldo Magalhães)
20h

15
Contando, Encantando e Sensibilizando
Texto e direção: Anderson Abreu (Grupo Teatral Se Der Certo Continua e Escola Municipal Casa dos Ferroviários)
18h


Ei Brasil, Desordem e Retrocesso
Texto: Wilton de Almeida. Adaptação e direção: Andreza Cavalcanti (Cia. de Teatro Drão e Escola Municipal Antônio Farias)
20h

16
A Sambada do Boi de Chuva
Texto: Karla Juliana e Gilvan Tavares. Direção: Karla Juliana (Curso de Educação Artística/Artes Cênicas da Universidade Federal de Pernambuco)
18h
10:40’:50’’
Texto: Rogério Mesquita. Direção: Cristiano Lima (Grupo Cênico Brincante e Escola Polivalente Maria do Carmo Pinto Ribeiro).
20h

17
A Grande Descoberta
Texto e direção: Ginaldo Pereira (Grupo de Teatro e Dança Artedance Imaculada e Escola Imaculada Conceição)
18h
Entre Muros
Criação coletiva a partir da obra de Hilda Hilst. Direção: Ivanildo Carvalho e Hypolito Patzdorf (Cia. de Teatro Zé do Pinho e Escola Municipal Santa Maria)
20h

18
Torturas de Um Coração
Texto: Ariano Suassuna. Direção: Avaci Xavier (Sesc Ler Surubim)
18h
A Vida Familiar
Texto: Gleydson Wanderson e Elenivaldo Ferreira. Direção: Marcelo Rhwushansky e Iza Rodrigues (Grupo Teatral Arte em Cena e Escola Dr. Cláudio Gueiro Leite)
20h

19
Machado de Assis Em Cena
Fragmentos dos textos “Hoje Avental, Amanhã Luva”, “Desencantos”, “Não Consultes Médico” e “Os Deuses de Casaca”, de Machado de Assis. Direção: Fátima Aguiar (Grupo de Teatro T’vida e Escola Estadual Vidal de Negreiros)
18h
O Circo Brasil
Adaptação do texto “Revolução na América do Sul”, de Augusto Boal. Adaptação e direção: Aracelly Silva (Programa Círculos Populares de Esporte e Lazer e Ginásio de Esportes Geraldo Magalhães)
20h

20
Situações Relativas
Criação coletiva. Direção: Murilo Freire e Virgínia Brasil (Associação Labô-Espetáculo Para Pesquisa, Formação e Criação Teatral)
18h
O Que Será o Amanhã?
Texto e direção: Rafael Gilberto Gomes (Escola Municipal Paulo Freire)
20h

21
O Suicídio
Texto: Jemerson Miguel. Direção coletiva (Grupo Learte e Escola Claudino Leal)
18h
Noivas
Texto e direção: André Garrel (Grupo de Experimentos Teatrais/Grudext’s e Escola Epitácio Pessoa)
20h

22
O Casamento Suspeitoso
Texto: Ariano Suassuna. Direção: Albanita Almeida e André Ramos (Grupo Teatral Ariano Suassuna e Escola Santos Cosme e Damião)
18h
O Auto da Barca do Inferno
Texto: Gil Vicente. Direção: Benedito Serafim (Cia. de Teatro Falaz e Escola Técnica Estadual Prof. Agamemnon Magalhães/Etepam)
20h

23
O Presente do Ratinho Limpeza
Texto e direção: Thina Neves (Grupo de Teatro Macambira e Academia Santa Gertrudes)
18h
Espelho do Ego
Texto e direção: Thina Neves (Grupo de Teatro Macambira e Academia Santa Gertrudes)
20h

24
O Labirinto e a Cela da Morte
Textos: Thomas Bernard e Christine Brücker. Direção: Catarina Brandão (Oficina de Aprofundamento Cênico da Escola Municipal de Arte João Pernambuco)
18h
Esperando Godot
Texto: Samuel Beckett. Adaptação e direção: Fred Nascimento (Oficina de Aprofundamento Cênico da Escola Municipal de Arte João Pernambuco)
19h

24
Os Pecados Capitais
Criação coletiva. Direção: Patrícia Barreto (Curso Profissional em Teatro da Escola Municipal de Arte João Pernambuco)
20h
25
A Lenda da Fênix Dourada
Texto e direção: Emmanuel David D’Lúcard (Curso de Iniciação ao Teatro da Galharufas Produções)
18h
As Eruditas
Texto: Molière. Direção: Taveira Júnior (Grupo de Teatro da Aliança Francesa do Recife)
20h

26
As Muié de Gilmaro e Cicinho Minha Frô!
Texto: Flávio Alves. Adaptação e direção: Jeferson Alves (Trupe Arte e Vida! e Escola Municipal Presidente Tancredo Neves)
18h
De Como as Pessoas se Submetem a Ordens, Apesar de Serem Arbitrárias ou A Saga de Boi
Criação coletiva. Direção: Fátima Aguiar (Grupo Overdose Humana e Colégio Marista São Luís)
20h

27
A Revolta dos Brinquedos
Texto: Pernambuco de Oliveira e Pedro Veiga. Adaptação e direção: Rafael Amâncio (Exato Colégio e Curso)
18h
A Lição
Texto: Eugène Ionesco. Direção: Eduardo Machado (Grupo Osicran de Teatro e Grupo Escoteiro Narciso Félix de Araújo/Escoteiros de Igarassu)
20h

DANÇA

28 | 18h
Batida
Coreografia e direção: Viviane Lira e Taynanda Carvalho (Matura Grupo de Dança)

Paquita
Coreografia: J. Mazilier e Marius Petipa. Adaptação e direção: Giseli Cavalcanti. Direção geral: Ruth Rozembaum e Lúcia Helena Gondra (Ballet Jovem Studio de Danças)

Agora
Coreografia e direção: Larissa Porto e Viviane Lira (Paralelo Gesttus Grupo de Dança)

Sertão, Fé e Tradição
Coreografia e direção: William Rodrigues (Ballet Popular Marista e Colégio Marista São Marcelino Champagnat)

Perfis
Coreografia e direção: Viviane Lira e Taynanda Carvalho (Equipe de Dança e Colégio Equipe)

Cotidiano
Coreografia e direção: Eliana Vieira (Grupo de Dança Decisão e Colégio Decisão)

Mateus e Catirina Em... Uma Notícia Que Vai Dar o Que Dançar
Coreografia: Adriano Silva, Cirlene Menezes, Elaine Vicente e Mailson Souza. Direção: Cirlene Menezes (Grupo de Dança Popular do Alto do Refúgio e Programa Multicultural do Recife)

Em Toda Parte
Coreografia e direção: Viviane Lira (Grupo NAP de Dança e Colégio NAP)

Sylvia
Coreografia: Frederick Ashton. Adaptação e direção: Giseli Cavalcanti. Direção geral: Ruth Rozembaum e Lúcia Helena Gondra (Ballet Jovem Studio de Danças)

Colores
Coreografia e direção: Viviane Lira e Taynanda Carvalho (Grupo Pantomima)


29| 18h

Chá: Danse Chinoise
Adaptação da coreografia “Thé: Danse Chinoise”, de Marius Petipa. Adaptação e direção: Rogério Ramos (Em Cena Arte e Cidadania)

Ao Vento...
Coreografia e direção: Maria de Fátima Guimarães (Espaço e Grupo Endança)

Erê Contando História
Coreografia: Lourival Santos. Direção: Genivaldo Francisco (Cia. de Dança Nordeste Show e Escola Municipal Aderbal Galvão)

Sylvia (Pas-de-deux)
Coreografia: Frederick Ashton. Adaptação: Inêz Lima. Direção: Cecília Brennand (Ária Espaço de Dança e Arte)

Fragmentos Coreográficos: E-Danças Juninas
Coreografia: Elaine Cristina. Direção: Erick Pinto (Grupo Artístico e Cultural Boi Ta Ta Ta Tá e Escola Municipal Antônio Vieira de Melo)

Lá Vem o Frevo
Coreografia: Kelly Santos e Alan Leite. Direção: Kelly Santos (Companhia Artística Jovens Encenam e Escola Professor Jordão Emerenciano)

Devastador
Coreografia e direção: Arnaldo Rodrigues (Escola Estadual Antônio Correia de Araújo)

Identidade da Rua
Criação coletiva. Direção: José Rinaldo (Nação Break Crew e Escola Prof. Mardônio de Andrade Lima)

Paquita (2ª Variação Feminina)
Coreografia: Marius Petipa. Adaptação e direção: Maria de Fátima Guimarães (Espaço e Grupo Endança)

Salve as Folhas
Coreografia e direção: Luciano Badasil (Grupo Edurô Demin e Escola Municipal Rodolfo Aureliano)

Meneio
Coreografia e direção: Joyelli Moreira (Grupo Versatus, Programa Círculos Populares de Esporte e Lazer e Ginásio de Esportes Geraldo Magalhães)

Duas Venezas
Coreografia: Carla Machado. Direção: Cecília Brennand (Ária Espaço de Dança e Arte)


Dia 30 de agosto, às 18h30

Tambores (Parte I – Os Quatro Elementos)
Coreografia e direção: Alexandre Spain (Stúdio em Danças Alexandre Spain)

Quem me Chamou?
Coreografia: Genivaldo Francisco e Luana Conceição. Direção: Genivaldo Francisco (Balé Chegança e Escola Municipal Antônio Farias Filho)

Elegia
Coreografia e direção: Bárbara Aguiar (Colégio da Sagrada Família de Casa Forte)

Danças Folclóricas Nordestinas
Coreografia: Conceição Silva. Direção: Sandra Lima (Cia. de Dança e Teatro Luardat e Escola Mundo Infantil)

Sentimentos
Coreografia: Ramalho Júnior e Érica Nunes. Direção: Ramalho Júnior (Espaço Maria Helena Marinho do Movimento Pró-Criança)

Buscas
Coreografia e direção: Diorge Santos (Escola Municipal João XXIII)

O Navio Negreiro
Coreografia e direção: Alexandre Spain (Colégio e Curso Mundo Encantado)

Teu Olhar
Coreografia: Gabriel Jácome. Direção: Gabriel Jácome e Rebeca Paes (Paralelo Gesttus Grupo de Dança)

Kasato-Maru
Coreografia e direção: Alexandre Spain (Cia. de Expressões Artísticas Agita Jovem e Seicho-No-Ie do Brasil)

Vitalinos
Coreografia e direção: Black Escobar (Grupo Arte em Movimento e Centro Federal de Educação Tecnológica de Pernambuco)

ENCERRAMENTO
Teatro de Santa Isabel
Praça da República, s/n, Bairro de São José.
3232 2939
R$ 3
31| 18h

14 a 31/08/2008
R$ 5

Teatro Apolo
Rua do Apolo, 121 Bairro do Recife
Tel 3077 2276
[índice]

[notícias] Gil cita 'Refazenda' para definir sua gestão. Após terceira tentativa de demissão, Lula aceitou
FONTE: O Globo Online, publicada em 30/07/2008 às 19h07
 
RIO - O ministro da Cultura, Gilberto Gil, anunciou na tarde desta quarta-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aceitou - pela primeira vez, em três tentativas - seu pedido de demissão do cargo. Gil afirmou que o secretário-executivo do ministério, Juca Ferreira, será seu sucessor.
 
- Juca já é o ministro interino. A intenção do presidente é mantê-lo, o que deve acontecer quando ele voltar de viagem da China - afirmou Gil.
 
O ministro reconheceu o peso das suas atividades artísticas na decisão. Gil teve, em 2008, um mês de férias e 40 dias de licença para poder dar conta de uma turnê internacional marcada anteriormente, quando já pretendia deixar o cargo.
 
- Há o sentimento de certa perda, porque foram cinco anos fazendo parte de um governo historicamente importante, marcante para o Brasil. A reunião (com Lula) foi positiva e tranqüilizadora, porque encontrei o presidente, pela primeira vez em três tentativas, sensível a isso - disse Gil, afirmando que Lula está tranqüilo quanto ao legado deixado por ele na pasta e a transmissão do cargo.
 
Gil afirmou que voltou a compor e que a turnê de seu novo disco o estimularam a tomar a decisão. E escolheu a música "Refazenda" para simbolizar sua gestão.
 
- O governo de Lula significa uma refazenda extraordinária no país.
 
No entanto, o ministro lamentou que durante sua permanência o orçamento da pasta não tenha sido "mais generoso".
 
- Acho que os superávits fizeram com que não atingíssemos a meta de pelo menos 1% do orçamento da União, que era o desejado por nós e o recomendado pela Unesco - afirmou, acrescentando que, por outro lado, o ministério conseguiu em sua gestão ter um papel "mais importante no governo e na sociedade".
 
Gil rebateu as críticas de que tenha negligenciado a articulação política no governo em benefício de objetividades pessoais. Segundo ele, tais acusações foram atenuadas "na medida em que os resultados do ministério foram se impondo". Ele admitiu, no entanto, que reduziu seu tempo de dedicação ao governo nos momentos finais como ministro.
 
- Aquela dose inicial, de 80% de dedicação ao ministério e 20% à atividade artística, foi se desequilibrando, mas nada absurdo. Além do mês de férias a que qualquer funcionário público tem direito, eu tive 40 dias de licença este ano, concedida pelo presidente Lula - disse.
 
Ao chegar para um almoço no Itamaraty com o presidente da Costa Rica, Óscar Arias Sánchez, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia comentado o então possível pedido de demissão do ministro.
 
- Ele teve uma recaída e quer voltar a ser um grande artista. O Gilberto Gil não é imprescindível apenas para a política - disse Lula.
[índice]

[notícias] Sai Gil, entra Juca Ferreira
FONTE: Blog do Brant, 31 de Julho de 2008
 
Lula confirma o secretário-executivo no comando da pasta. Principais desafios do novo ministro são aprimorar gestão, institucionalizar programas bem-scuedidos, como o Cultura Viva, ampliar orçamento, resolver impasse da Lei Rouanet e estabelecer diálogo com artistas e agentes do mercado.
Em sua primeira entrevista depois de confirmado no cargo, concedida ao Correio da Bahia, Juca diz ser tímido e demonstra mudança no estilo do comando do Ministério:
 
Acompanhe os trechos mais importantes da entrevista concedida à jornalista Lenilde Pacheco:
 
Correio da Bahia - Depois de seis anos como secretário executivo do Ministério da Cultura, o senhor conhece os pontos fracos e fortes da máquina que passa a dirigir agora. O que é difícil de fazer em dois anos? O ministério já foi questionado sobre a forma de conduzir as mudança da Lei Rouanet, por exemplo.

Juca Ferreira - Nada é impossível, embora toda transformação seja difícil. Para mudar é preciso eliminar privilégios, pôr fim a comportamentos automatizados e ao conservadorismo. Nós já conseguimos fazer isso nos últimos anos e vamos prosseguir, ampliando o diálogo para resolver questões como a mudança da Lei Rouanet
 
CBQual será a sua tática de atuação?
 
JF – Não acredito em política pública de gabinete. Sempre privilegiamos as ações conduzidas sob a luz do sol, em ambiente aberto, onde a troca de idéias flui. Daremos continuidade a essa forma de atuação, criando novos movimentos.
 
CBQuais são os segmentos prioritários na sua opinião e nos quais investirá suas energias com maior vigor?
 
JF – Acho que podemos investir mais nas artes. Podemos criar mecanismos que contribuam para fortalecer a música erudita, a literatura e a língua portuguesa. Para isso, vai ser preciso manter o mesmo ritmo de trabalho que o ministério tinha com Gil. Muito trabalho e muito esforço porque não existem condições reais para o Brasil enfrentar os desafios do século XXI sem uma política cultural sólida.
 
CB Como o senhor pretende investir mais nas artes?
 
JF – A Funarte tem um orçamento muito pequeno. O caminho, neste caso, é fortalecê-la por meio da Lei Rouanet, de incentivo à cultura. Com a escassez de recursos atual, a Funarte tem atuação restrita.
 
CBQuando será a posse como ministro?
 
JF – Devo permanecer como interino até o retorno do presidente que fará viagem à China. Eu já vinha atuando interinamente durante a gestão de Gil, que deu luz a este ministério. Ele mostrou que cultura é uma necessidade básica como comida. O presidente Lula quer a continuidade deste trabalho porque acredita nas políticas públicas conduzidas pelo Ministério da Cultura.
 
CB - Alguma mudança previsível desde já?
 
JF – Não. Gil continua como referência importante para este grupo de trabalho e vou consultá-lo sempre que houver necessidade. A única mudança prática é que eu sou tímido. Em determinadas situações, as pessoas já estavam acostumadas a tirar o ministro Gilberto Gil para dançar e ele não vê problema nisso. Agora, os participantes de reuniões que terminam com música, não poderão dançar com o ministro.
 
CBIsso é um aviso?
 
JF – Eu sou tímido. Peço que não me tirem para dançar.
 
CB Como soube da definição pelo seu nome?
 
JF – Estou retornando de viagem à Bolívia, onde estive na condição de ministro interino, para participar do Encontro de Intelectuais e Artistas do Mundo pela Unidade e Soberania daquele país. Há poucos minutos, quando desembarquei em Brasília, liguei para o ministério e eles me informaram que o presidente da República aceitou a indicação do meu nome. Como estou conversando com você, espero que a informação seja verdadeira (risos).
 
CBHá algum tempo este acontecimento era previsto. Apenas não havia certeza de quem seria o sucessor, concorda? E foram muitas articulações.

JF – De fato, houve especulação sobre o assunto. Mas quando telefonei, há pouco, para o ministério, me disseram: você é o substituto do ministro Gilberto Gil. O presidente aceitou.
 
Perfil
Em 13 de dezembro de 1968, no mesmo dia em que o governo militar baixaria o Ato Institucional nº 5 (AI-5), que tornou a ditadura mais violenta, o baiano João Luiz Silva Ferreira, ex-aluno do Colégio Militar, era eleito presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas. Não podia haver coincidência pior. Juca Ferreira ingressou na resistência armada ao regime militar e passou quase dez anos exilado no Chile, na Suécia e na França, onde se formou em sociologia.
 
Só voltou ao Brasil e à Bahia após a anistia. Trabalhou na Fundação Cultural do estado e, nos anos 90, participou da criação de um dos primeiros projetos de arte-educação do Brasil, o Projeto Axé, voltado para crianças e adolescentes.
 
Sua militância ambiental o aproximou de Gilberto Gil. Foi vice-presidente da Fundação Onda Azul, ONG criada por Gil, e militante do Partido Verde. Natural da capital baiana, Juca _ hoje com 59 anos _ foi eleito duas vezes vereador em  Salvador, em 1993 e em 2000. Deixou o mandato para ser secretário executivo do Ministério da Cultura, em 2003.
[índice]

[notícias] Cia. Etc. divulga textos dos pesquisadores e orientadores da pesquisa Pele e Ossos
FONTE: Marcelo Sena | Assessoria de Imprensa 
 
Esta pesquisa partiu da necessidade dos integrantes da Cia.Etc. em entender a lógica de técnicas contemporâneas de dança, que focam nos ossos e nas articulações como constituintes básicos e geradores do movimento. O que gerou uma frase que servia de metáfora, durante o processo: dançar com os ossos!
 
Para isso, o foco esteve na análise dos exercícios aplicados a estas aulas e no aprofundamento do conhecimento sobre o movimento humano, “corpo anatômico” e o “corpo segundo a filosofia”, tendo aulas de anatomia e filosofia, em paralelo aos experimentos práticos, resultando num processo reflexivo sobre a ação criadora, seja ela cênica ou pedagógica, para também estabelecer e consolidar o entendimento de metodologias de pesquisa em dança.
 
Os fatores que determinaram a escolha do tema surgiram da pergunta: “Este dançar com os ossos interfere na qualidade do movimento e/ou processo criativo do bailarino? Como?”, e, a partir daí ir fazendo as co-relações com as experiências profissionais de cada um, como a de José W Júnior na Cia. Marianne Isson (França), Marcelo Sena, Júnior, Saulo Uchôa e Pedro Buarque no processo de montagem de Corpo-Massa: Pele e Ossos (espetáculo já fruto da pesquisa inicial), e também as aulas trazidas por Kiran.
 
Na primeira fase da pesquisa, foi feito uma revisão bibliográfica, passando por textos de arte,  cinesiologia, dança, educação, educação física, educação somática, epistemologia (metodologia de pesquisa), filosofia, fisiologia e pedagogia.
 
Com essas informações e experimentos, a companhia foi atendendo às metas da pesquisa, que eram:
·         Estimular a reflexão sobre a ação pedagógica em um processo criativo;
·         Estabelecer e consolidar um entendimento de metodologias de pesquisa em dança;
·         Entendimento da anatomia humana aplicada à dança;
·         Aumentar a consciência corporal dos integrantes da companhia;
·         Desenvolver e aprimorar técnicas de criação e improvisação;
·         Verificar como o movimento gerado a partir dos ossos reflete no tônus muscular e no processo criativo;
·      Descrever e analisar a experiência individual (diários pessoais) dos integrantes da companhia e dos participantes das oficinas, oferecidas durante o projeto, com relação ao fenômeno estudado;
·         Analisar os princípios anatômicos e cinesiológicos da aula de Marianne Isson.
 
Na equipe estão José W Júnior e Marcelo Sena como bailarinos-pesquisadores, Giorrdani Gorki (Kiran) como pesquisador e orientador na área de fisioterapia, Breno César e Saulo Uchôa na equipe de vídeo e Pedro Buarque, na área das artes plásticas e filosofia, como orientador teórico-pragmático.
 
 
Os resultados
 
A escrita durante a pesquisa foi uma das ferramentas utilizadas para a análise e comparação das experiências e estudo de cada pesquisador, o que resultou em três diários. Anotações de textos lidos, observações pessoais sobre experimentos, interferências nas aulas práticas, os exercícios propostos nas aulas de anatomia e filosofia, referências bibliográficas são informações que os pesquisadores foram registrando nestes diários.
 
Os dois orientadores (de fisioterapia e de filosofia) e os pesquisadores também escreveram um ensaio sobre o processo, cada um escolhendo seu foco, a partir das questões abordadas no processo.
 
Durante a pesquisa, foi oferecida a oficina Um Olhar Contemporâneo Sobre o Movimento, dividida e dois módulos (um em março e outra em maio), com o fisioterapeuta e pesquisador do movimento, Giorrdani Gorki, também conhecido como Kiran. Os participantes foram selecionados a partir de seus currículos, e tiveram momentos teóricos e práticos, com a  abordagem de fatores que têm se mostrado de fundamental importância para os objetivos da pesquisa.
 
Outro resultado foi a construção de uma aula desenvolvida a partir de técnicas contemporâneas do movimento em que o foco estava nos ossos e articulações. Esta aula foi registrada em vídeo, recebendo o formato de uma vídeo-aula, onde cada etapa é mostrada por diversos ângulos e explicada.
 
E para registrar todo o processo, de janeiro a junho, Breno César e Saulo Uchôa foram os responsáveis pela edição de um vídeo-documentário em que aparecem os depoimentos dos pesquisadores, imagens das oficinas, aulas de filosofia, anatomia, dança, experimentos de improvisação, aulas de educação somática e as discussões sobre os temas gerados na pesquisa. Este vídeo é apresentado juntamente com um outro resultado da pesquisa que é a sua exposição – o momento em que todo o processo é esquematizado para deixar claro, ao público em geral, cada etapa e ponto pesquisado, durante estes seis meses. Ao final desta exposição é feito um debate, para que sejam esclarecidos pontos que possam ter ficado em aberto, ou aprofundar algumas questões.
 
Esta pesquisa foi realizada através do Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna, com patrocínio da Petrobrás e apoio da Livraria Cultura, Compassos Cia. de Danças, Centro de Formação e Pesquisa das Artes Cênicas Apolo-Hermilo e Acupe Grupo de Dança.
 
 
Confira abaixo os resultados da pesquisa:
 
4 ENSAIOS
Ensaio escrito pelos pesquisadores e orientadores:
 
As transformações na forma de treinamento físico e formação artística na Cia. Etc.
Por Marcelo Sena
 
A importância da pesquisa na minha dança
Por José W Júnior
 
Descaminhos científicos da dança
Por Pedro Augusto de Castro Buarque Silva (Pedro Buarque)
 
Um olhar contemporâneo para o movimento
Por Giorrdani Gorki Queiroz (Kiran)
 
 
3 DIÁRIOS PESSOAIS
Diário de cada pesquisador:
 
Diário de José W Júnior
 
Diário de Marcelo Sena
 
Diário de Giorrdani Gorki Queiroz (Kiran)
 
 
1 AULA
Desenvolvimento de uma aula, a partir dos princípios pesquisados.
 
1 VÍDEO-AULA
Adaptação da aula para vídeo.
 
Exposição da pesquisa prática Pele e Ossos
Explanação dos três pesquisadores sobre o processo e resultados da pesquisa. Nesta exposição são exibidos o documentário e slides que ilustram a pesquisa.  Ao final há um debate entre os pesquisadores e público. Esta exposição já foi realizada em:
. Recife-PE | Teatro Hermilo Borba Filho | 20 de junho de 2008
. Recife-PE | Livraria Cultura | 7 de julho de 2008
 
1 VÍDEO-DOCUMENTÁRIO DO PROCESSO
Futuramente estará também disponível no site da companhia.
[índice] 

[notícias] Noite de autógrafos com Christianne Galdino
FONTE: Continente Multicultural
 
O livro Balé Popular do Recife: a escrita de uma dança, da colaboradora da Continente Multicultural Christianne Galdino ganha, na próxima terça-feira, 12/08, uma noite de autógrafos no restaurante Due, em Olinda. O livro, lançado em março, registra os 30 anos de trajetória do Balé Popular do Recife. A autora (jornalista, bailarina e pesquisadora) recupera a história desse grupo fundamental para a revalorização das danças populares, destacando a criação de um método peculiar de dançar adotado pelo Balé, batizado de Brasílica.
 
Terça, 12 de agosto | Noite de autógrafos do livro Balé Popular do Recife: a escrita de uma dança
Restaurante Due (Praça do Jacaré, 350, Varadouro, Olinda) | 19h
Necessário confirmar a presença anteriormente.
Fone: 81.3429.2956
 
Leia +
[índice]

[editais] Programa Cultural Votorantim tem inscrições abertas – até 8 de agosto
FONTE: http://www.guiadasemana.com.br/noticias.asp?id=9&cd_news=40794
 
Os interessados em participar do Programa de Democratização Cultural Votorantim podem se inscrever. A iniciativa é voltado para artes visuais, artes cênicas, música, cinema e vídeo, literatura e patrimônio. Há uma verba de R$ 4 milhões a ser dividida em R$ 600 mil por projeto inscrito e aprovado.

As inscrições são abertas tanto para pessoas físicas quanto jurídicas, sendo artistas, grupos, produtores e instituições de todo o Brasil. Só serão classificados por projetos com número de registro no PRONAC, pelas Leis Rouanet ou do Audiovisual. Mais informações pelo site:
www.institutovotorantim.org.br/democratizacaocultural ou (11) 2818-5021.
[índice]  

[editais] Prêmio Culturas Populares - até 30 de agosto
FONTE: MinC/RRNE
 
Estão abertas as inscrições para o Prêmio Culturas Populares - Mestre Humberto de Maracanã, que objetiva identificar, fortalecer e divulgar as manifestações das culturas populares brasileiras, valorizando os produtores dessa arte. O concurso integra o Programa Identidade e Diversidade Cultural - Brasil Plural, e resulta da busca pela implementação de políticas públicas para a proteção e promoção da diversidade cultural no Brasil. Serão premiadas as iniciativas que se destacaram pelo trabalho e ações na área dos saberes das tradições das culturas populares e que tenham, dentre outros itens, favorecido as condições de reprodução, continuidade e florescimento dessas manifestações brasileiras. Edital, inscrição e outras informações: www.cultura.gov.br
[índice] 

[editais] Caixa Cultural - até 5 de setembro
FONTE: MinC/RRNE
 
Está aberto o edital para a entrega de projetos culturais para os espaços da Caixa Cultural localizados em Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Serão analisados projetos apresentados nas áreas de artes visuais, artes cênicas, música, cinema e nas modalidades espetáculos, exposições, exibições, palestras, encontros, cursos, workshops, oficinas e lançamento de livros. As inscrições no Caixa Cultural seguem até o dia  5 de setembro. Para os proponentes que desejam esclarecer dúvidas sobre o edital, a Caixa colocou à disposição o telefone 0800 704 5068. Edital, inscrições e outras informações: www.caixa.gov.br/caixacultural/
[índice] 

[editais] Concurso de Monografias Prêmio Fundação Casa de Rui Barbosa 2008 - até 30 de setembro
FONTE: MinC/RRNE
 
Estão abertas as inscrições para o Concurso de Monografias Prêmio Fundação Casa de Rui Barbosa 2008. Criada em 2004, a premiação é  concedida aos dois primeiros trabalhos selecionados por comissão julgadora, que poderá indicar, ainda, até três menções honrosas. Os valores do prêmio são de R$ 9 mil e R$ 6 mil, respectivamente. Podem concorrer, individualmente ou em grupo, com apenas uma monografia, pessoas físicas brasileiras ou estrangeiras, com graduação em nível superior. A temática é livre e serão considerados somente os trabalhos inéditos. As inscrições vão até 30 de setembro. Edital e outras informações: www.casaruibarbosa.gov.br
[índice] 

[editais] Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural - até março de 2009
FONTE: MinC/RRNE
 
Está aberto o edital 2008 do Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural, que cobrirá as viagens a se realizarem de julho de 2008 a março de 2009. O programa destina-se a artistas, técnicos e pesquisadores da área cultural, convidados a participar de eventos fora do seu local de residência, no Brasil e no exterior, para apresentar trabalho próprio, fazer residência artística ou curso de capacitação de profissionais da cultura. Podem se inscrever pessoas físicas, grupos ou entidades privadas sem fins lucrativos. O período de inscrição varia de acordo com o mês em que se realizará a viagem. Os formulários de requerimento devem ser entregues em via única, impressa e sem encadernação. A documentação enviada deve obedecer a Portaria MinC nº 4, de 26 de fevereiro de 2008. Edital, formulário e outras informações: www.cultura.gov.br
[índice]

[cursos] Espaço Experimental integrando as artes
FONTE: Christianne Galdino | Assessoria de Imprensa
 
A integração entre as artes não é novidade desde que a contemporaneidade se instaurou. As linguagens artísticas estão cada vez mais híbridas e no lugar das fronteiras que antes dividiam os setores de produção cultural surgiram franjas, onde há uma intensa e constante troca de informações. Este incessante fluxo tem incentivado a criação de espaços artísticos de convergência, além de experimentos cênicos multidisciplinares. E o Recife, como celeiro de grandes talentos em diversos segmentos, pólo de produção e palco de eventos artísticos internacionais, também já começou a colocar em prática esta idéia de partilha.
 
Ouvindo o eco destes questionamentos, as companhias que hoje utilizam a mesma sala do Espaço Experimental para os seus ensaios e pesquisas criativas, decidiram aprofundar esta convivência e celebrar este encontro com aulas regulares de diversas modalidades, que começam já na próxima segunda, 04 de agosto. O Circo da Trindade vai oferecer aulas de acrobacia aérea e acrobacia de solo, sob a coordenação de Gilberto Trindade, e o grupo de percussão Quebra-Baque, dirigido por Tarcísio Resende fica responsável pelas aulas de percussão (batuque). Na área de dança, são três os estilos oferecidos: dança popular, a cargo das professoras da Cia. de Dança Artefolia; Marília e Luciana Rameh, e o próprio Grupo Experimental, dirigido por Mônica Lira, que já a alguns anos oferece cursos regulares de ballet clássico e dança contemporânea, com a própria diretora e o professor Luís Roberto. A novidade, nesse caso, é a inclusão do bailarino Marcelo Sena na equipe docente. Marcelo é o novo professor de ballet clássico do Experimental e vai aplicar o que vem pesquisando em dança, no que se refere ao treinamento físico para bailarino, respeitando os limites de cada aluno, estimulando uma consciência corporal e fazendo com que a própria aula seja também uma atividade de reflexão.
 
E por falar nisso, acreditando na indissociabilidade entre prática e teoria, o Espaço Experimental tem sediado desde junho os Encontros da Dança, seções quinzenais de conversa sobre dança, abertas ao público, sempre as quintas-feiras, das 10h30 às 12h30. Em cada Encontro um profissional é convidado para conduzir o bate-papo, focando determinado assunto. O próximo tema em pauta, marcado para o Encontro do dia 21 de agosto, será a técnica em dança.
 
Integrando as artes, o Espaço Experimental dá o primeiro passo na construção de uma escola de formação em arte. Para celebrar esse espaço de convívio, ao final de cada trimestre haverá um dia de apresentações, com demonstrações dos diversos estilos e modalidades que estão sendo experimentados nas novas aulas do Espaço.
 
Espaço Experimental
Rua Tomazina, s/n, Recife Antigo
Tel.: 3224.1482
[índice] 

[cartas] Airton Tenório
 
A todos um beijo carinhoso com gosto de saudade. Que tudo se resolva bem, para o bem de todos e para o bem da dança.
Do amigo,no exílio,
Airton Tenório | tenotria@yahoo.com.br
[índice] 

[agenda] Domingo, 10 de agosto | Projeto Cena Movimento | Mostra Audiovisual: Paisagens da Dança Contemporânea
 
Local: Cine-Teatro Apolo
 
Le Corps Silencieux/Divulgação
Sessão:16h
Le Corps Silencieux
[Dir.Emmanuel Vantillard, 2005, 7’, ficção]
Apresentado durante a exposição Panorama 6, realizada em Le Fresnoy em 2005, Le Corps Silencieux, é um trabalho a meio caminho entre dança e vídeo experimental, explora estados particulares do corpo.
 
 
 
Entropie
[Dir. Frédéric Dryja, Jérôme Thomas, 2002, 10’, ficção]
O filme apresenta a dançarina e coreógrafa Emmanuelle Huynh em uma atmosfera insólita, onde tudo parece estar sujeito à lei da entropia.
 
Lexique Dansé
[Dir. Jeannette Dumeix, 2002, 60’, documentário]
Como fazer para que a matéria dançada fique impressa fisicamente na imagem? Filmando coreógrafos e intérpretes em pleno trabalho, Jeannette Dumeix constrói um vocabulário dançado, no qual as palavras ligadas à dança são listadas por ordem alfabética.
 
Sessão:18h
Les Ballets de-ci de-là
[Dir.Alain Platel, 2006, 110’, documentário]
Em 2006, o grupo Ballets C. de la B. comemorou o seu 20° aniversário. Por trás dessas abreviações, duas palavras importantes : “contemporâneos” e “Bélgica”. Com esta marca humorística, seu fundador, Alain Platel, desenvolveu um programa artístico que resulta de um trabalho coletivo que percorre os espetáculos de quatro coreógrafos : Koen Augustijnen, Sidi Larbi Cherkaoui, Christine de Smedt e ele próprio.
 
 Divagations dans une Chambre d’Hôtel/ Divulgação
Sessão:20h
Divagations dans une Chambre d’Hôtel
[Dir.Philippe Barcinski, Dainara Toffoli, 2005, 25’, ficção]
De que maneira a palavra se articula com a linguagem corporal? Bruno Beltrão cria Eu e meu Coreógrafo no 63, espetáculo cuja remontagem cinematográfica tem o hip hop como base de sua expressão.
 
La Madâ’a
[Dir.Benjamin Silvestre, 2006, 25’, ficção]
Adaptado da peça epônima criada em 2004 para sete dançarinos e dois músicos, o filme foi rodado no sul da Tunísia. Entre luz e sombra, muros e ruelas, linhas curvas e ângulos retos, as danças exploram a figura do entrelaçamento, em constante sintonia ou oposição com a música.
 
Uzès Quintet
[Dir.Catherine Maximoff, 2003, 26’, ficção]
Situadas e interpretadas em ambientes naturais as cenas dos espetáculos compõem uma viagem pelas paisagens do sul da França. O ponto de vista que o filme oferece sobre a dança concentra-se no trabalho dos intérpretes, na maneira como o corpo e o universo de cada coreógrafo entram em ressonância com o meio ambiente.
[índice] 

[agenda] Segunda, 11 de agosto | Projeto Cena Movimento | Mostra Audiovisual: Paisagens da Dança Contemporânea
 
Local: Cine-Teatro Apolo
 
Sessão:16h
 
L’Homme qui Danse
[Dir.Rosita Boisseau, Valérie Urréa, 2004, 59’, documentário]
Angelin Preljocaj, Christian Bourrigault, Dimitri Chamblas, Mark Tompkins, François Verret, Alain Buffard, Kader Belarbi, Josef Nadj e Philippe Decouflé são alguns dos artistas – todos do sexo masculino – retratados na tela. Este projeto da crítica de dança Rosita Boisseau e da cineasta Valérie Urréa reúne trechos de espetáculos e entrevistas em torno de uma questão central: o homem e a dança.
 
Kaspar Konzert
[Dir.François Verret, Sylvie Blum, 2001, 26’, adaptação]
 
Kaspar Hauser “veio à luz” em Nuremberg em maio de 1828, quando tinha 17 anos. Até então trancado em uma cela, praticamente não sabia falar nem andar e comportava-se como uma criança pequena. O caso, na época, foi amplamente comentado e ainda hoje desperta o interesse de cientistas e a inspiração de poetas. Em 1998, François Verret dedicou-lhe um espetáculo do qual este filme é uma adaptação.
 
Skull* Cult
[Dir. Christophe Bargues, 2002, 24’, adaptação]
Rachid Ouramdane, dançarino, performer e coreógrafo, é coreografado por um dos seus parceiros de criação, Christian Rizzo, que na sua genialidade e polivalência (é também artista plástico) conjuga a concepção de instalações com a criação de figurinos.
 
Sessão:18h15min
Cris de Corps
[Dir. Céline Serrano, 2003, 52’, documentário]
Entrar no processo de criação de O.More, espetáculo criado em 2001 por Bernardo Montet, consiste em retraçar uma grande viagem, captando momentos de dança, trocas de idéias e reflexões.
 
Sessão:19h15min
Josef Nadj – Dernier Paysage
[Dir.Josef Nadj, 2006, 51’, documentário]
Neste filme a memória geográfica é o interesse central do coreógrafo Josef Nadj que coloca em perspectiva o seu universo e o processo de criação de um dos seus espetáculos, Last Landscape, criado com o percursionista Vladimir Tarasov.
 
Paso Doble
[Dir. Agustí Torres, 2006, 41’, adaptação]
Nem espetáculo nem performance no sentido estrito da palavra, Paso Doble é fruto do encontro entre dois artistas, o plasticista Miquel Barceló e o dançarino e coreógrafo Josef Nadj.
[índice] 

 


[agenda] Terça, 12 de agosto | Projeto Cena Movimento | Mostra Audiovisual: Paisagens da Dança Contemporânea
 
Local: Cine-Teatro Apolo
 
Sessão:16h
Pavillon Noir/Divulgação
Pavillon Noir
[Dir. Pierre Coulibeuf, 2006, 23’, ficção experimental]
Da realidade à ficção, associando arquitetura, dança e cinema, Pierre Coulibeuf confronta constantemente imagens e conceitos. O filme, que mistura humor e rigor formal, reúne uma multiplicidade de códigos.
 
Somewhere in Between
[Dir. Pierre Coulibeuf, 2004, 67’, ficção experimental]
Meg Stuart, coreógrafa americana radicada na Bélgica, elabora neste filme uma criação original, construída, a partir de experiências da vida real, observando as pessoas na rua, em particular os marginais. Somewhere in Between é um ponto de encontro entre o cinema e a dança.
Sessão:18h
Dominique Mercy danse Pina Bausch
[Dir.Régis Obadia, 2003, 56’, documentário]
O filme retraça a trajetória de um dançarino excepcional. Membro do Tanztheater de Wuppertal desde a sua fundação, em 1973, Dominique Mercy é um personagem indissociável da aventura artística de Pina Bausch e da maioria das suas criações.
 
Sessão:19h30
Les Pieds sur Scène/Divulgação
Les Pieds sur Scène
[Dir.Eric Legay, 2006, 52’, documentário]
 
Entrevistas, ensaios e trechos de espetáculos contribuem para a análise de um trabalho internacionalmente conhecido, resultado de uma pesquisa inovadora sobre o vocabulário hip hop
 
La Danseuse d’Ébène
[Dir. Seydou Boro, 2002, 52’, documentário]
Este “retrato filmado” apresenta uma das maiores personalidades da dança de origem africana, Irène Tassembédo – nativa, como o diretor Seydou Boro (ex- Mathilde Monnier), de Burkina Fasso, contribuindo para a restauração de todo um segmento da história da dança, investigando os laços e as tensões existentes entre dois continentes e duas culturas.
 
 
 
 
[agenda] Terça, 12 de agosto | Noite de autógrafos do livro Balé Popular do Recife: a escrita de uma dança
Restaurante Due (Praça do Jacaré, 350, Varadouro, Olinda) | 19h
Necessário confirmar a presença anteriormente.
Fone: 81.3429.2956
[índice]

 


[agenda] Quarta, 13 de agosto | Projeto Cena Movimento | Mostra Audiovisual: Paisagens da Dança Contemporânea
 
Local: Cine-Teatro Apolo
 
Sessão:16h
My Lunch with Anna
[Dir.Alain Buffard, 2005, 58’, documentário]
Rodado principalmente ao ar livre, no palco de dança da coreógrafa Anna Halprin – construídos em plena floresta pelo seu marido, o arquiteto paisagista Larry Halprin –, o filme de Alain Buffard retraça os principais momentos da obra e do trabalho pedagógico dessa californiana, que desempenhou um papel fundamental para a dança.
 
 Corps Accords/Divulgação
Sessão:17h30
Corps Accords
[Dir. Michel Follin, 2002, 59, documentário]
Bruxelas, 2001. Anne Teresa De Keersmaeker lança April me, espetáculo do 20° aniversário da sua companhia, Rosas. Esta criação contou com a estreita colaboração com o compositor Thierry De Mey. Dos ensaios às conversas entre os artistas, questionamentos em torno das relações entre a música e a dança.
 
Sessão:19h
One Flat Thing, Reproduced
[Dir.Thierry De Mey, 2006, 26’, remontagem]
O ritmo e o rigor da fotografia, fruto do trabalho do cineasta e músico Thierry De Mey, transpõem com grande intensidade para a tela a obra epônima de William Forsythe, criada em 2000. Em um imenso espaço industrial, a peça projeta o trabalho de 17 dançarinos por entre mesas metálicas. Em meio à estridência da música de Thom Willems, o palco acolhe este jorro, como um toldo fixado com pregos entre ordem e caos.
 
Saburo Teshigawara, Danser l’Invisible
[Dir.Elisabeth Coronel 2005, 58’, documentário]
Neste documentário, a palavra é inteiramente dada ao coreógrafo japonês Saburo Teshigawara. O filme acompanha a sua trajetória entre o Japão e a França. Em Lille, onde prepara duas criações resultantes de um workshop com jovens deficientes visuais. Depois, em Yokohama, onde a câmera oscila entre a dança e as magníficas regiões do Japão contemporâneo.
[índice] 

Movimento Dança Recife
Coordenação: Marcelo Sena, Marília Rameh e Mônica Lira
Conselho Consultivo: Christianne Galdino, Erick Pinto e Rogério Alves
Fundado em 29 de abril de 2004
 
Movimento em Revista
Editor: Marcelo Sena
Projeto gráfico: Kiran (Giordani Gorki)


Esta mensagem foi enviada através da lista do Movimento Dança Recife. As mensagens são enviadas a pessoas que se cadastraram, previamente, ou foram indicadas por terceiros. Caso não deseje receber essas mensagens, por favor responda este email com o título "remover" como assunto. Se quiser ser cadastrado nessa listagem, envie um email com seus dados para dancarecife@yahoo.com.br, com o assunto "cadastrar".